O saldo do indie

13 Out

Por sorte, minha curta estada em BH coincidiu com a Mostra Indie de Cinema Mundial. Meu desempenho foi despencando ao longo dos dias: sábado (3 filmes), domingo (2) e hoje vi apenas o documentário Combinação Selvagem, sobre o músico Arthur Russel, que gravou centenas de faixas que foram do folk ao experimental – com passagem pela dance music – mesmo com a vida abreviada por conta da AIDS.

Outro que merece uma colada de trecho é o longa belga O Silêncio de Lorna, dos irmãos Dardenne.

Completando o Top 3, o alemão Fantasmas, que compensou a meia-boquice do conterrâneo Ato de violência, cruzamento entre o suspense adolescente americano O buraco e o francês Irreversível. Nota 5, já que fica no meio do caminho da ruindade do primeiro e da qualidade do segundo. Fora que os atores são nível Malhação e a trilha é uma merda. Faltam dois, ambos nota seis. O francês A cabeça de mamãe é bonitinho. E só. O israelense Gesto Obsceno daria um bom curta. E olhe lá.

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